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Notícias falsas nas redes sociais

Notícias Falsas Com o resultado da eleição presidencial nos EUA, uma polêmica voltou a tona em jornais e institutos de pesquisa: a influência das notícias falsas em assuntos importantes. Boa parte

notícias falsas

Notícias falsas nas redes sociais

Notícias Falsas

Com o resultado da eleição presidencial nos EUA, uma polêmica voltou a tona em jornais e institutos de pesquisa: a influência das notícias falsas em assuntos importantes.

Boa parte dos analistas americanos atribuem, como fator determinante, a vitória de Donald Trump a boatos e notícias falsas sobre sua adversária, Hillary Clinton em redes sociais, principalmente no Facebook. Apesar da rede negar, o SEO Mark Zuckerberg anunciou recentemente medidas para barrar os boatos.

No Brasil, não é muito diferente. Segundo levantamento do site BuzzFeed, as 10 principais notícias falsas sobre a operação Lava Jato tiveram 3,9 milhões de engajamentos no Facebook. Enquanto que as 10 principais notícias verdadeiras, somaram 2,7 milhões.

Com esse volume de propagação, no Brasil ou em qualquer outra parte do mundo, está claro o quão danoso pode ser o poder de uma notícia falsa.

Dentro desse âmbito, as marcas, pequenas, médias e até grandes, também estão envolvidas. E isso pode ocorrer de duas formas: sendo alvo da notícia ou ajudando a propaga-la.

E justamente para evitar ou remediar os dois cenários que marcas buscam o gerenciamento de redes sociais, hoje um braço essencial do marketing online.

No gerenciamento de redes sociais, para uma marca que pode ser alvo de notícias falsas, o primeiro passo é fornecer esclarecimentos e ser o mais aberta possível. Em uma crise, com uma má gestão muitas optam por contra atacar, o que pode agravar em muito o problema, gerando “ódio” desenfreado.

O caso recente envolvendo a tragédia do time de futebol do Chapecoense e o Catraca Livre é um exemplo do que não fazer na crise, a primeira ação da marca foi rebater, caracterizar seus leitores como “muito sensíveis”, atitude que só piorou a situação, isso além do primeiro erro, ao explorar a tragédia para conseguir cliques.

Por outro lado, existem marcas que pecam ao compartilhar notícias falsas. O primeiro ponto no gerenciamento de redes sociais é não se envolver em notícias se não houver relação com sua marca. Uma notícia sobre novas leis de transito pode ser compartilhada por uma auto escola, é coerente. Mas se uma marca de chocolates faz o mesmo, é estranho.

De qualquer forma, a auto escola deve verificar a notícia, antes de compartilha-la. Afinal, se for uma notícia falsa isso afeta de modo negativo a empresa. Mostra desconhecimento.

Por isso mesmo, quanto se está gerenciando a marca de uma empresa em redes sociais, cada postagem, cada compartilhamento deve ser pensado por um profissional ou empresa de propaganda competente.

A mesma coisa vale para memes. Mesmo os memes sendo peças humorísticas, eles se originam por vezes de notícias. Quantas marcas não replicaram o famoso “Não temos como provar, mas temos convicção”? Frase que se espalhou a partir de declarações de procuradores da Lava Jato. Bom, acontece que isso nunca foi falado e é uma notícia falsa, fica realmente feio uma marca usar isso.

Graças a todos esses motivos que podem ser danosos, não deixe o gerenciamento de redes sociais da sua empresa na mão de qualquer um. Os resultados positivos vem a partir da administração competente de uma empresa de publicidade.

 

Sua marca ou empresa precisa de um gerenciamento de redes sociais? A Lima & Santana Propaganda pode te ajudar. Somos uma empresa de propaganda que atende cliente em Santos, São Paulo e todo o Brasil. Entre em contato e vamos marcar uma conversa.

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