Lima & Santana Propaganda

Agência de Propaganda em Santos

Agência de Propaganda em Santos

Santos é uma das cidades mais antigas do país e conta com conceituadas agências de propaganda que fizeram história. Como todo publicitário adora uma história bem contada, nos influenciaram muito além do “compre batom” ou “eu tenho, você não tem“. Nos influenciaram a trilhar o caminho da comunicação, sobretudo na propaganda.

Sua nova agência de propaganda

No mercado local, a Lima & Santana Propaganda busca se diferenciar de outras agências de propaganda em Santos com um formato intimista de atendimento e relacionamento. Nossos serviços são baseados em proximidade com o cliente, conhecer o negócio e criar pensando na área de atuação da sua empresa,  seja comunicação B2B, comércio varejista, prestador de serviços do terceiro setor, comércio exterior (COMEX), transportadora, importadora, indústria ou até mesmo veículo de comunicação.

Nossa agência de propaganda tem como pratica inicializar a presença online de nossos clientes. Seja com aprimoramento ou criação de sites ou a introdução de empresas nas redes sociais.

Se você procura uma agência de propaganda em Santos, entre em contato com a Lima & Santana Propaganda. Somos uma empresa de propaganda pronta para ouvir, tomar um café e bater um papo sobre a sua empresa e suas necessidades, sejam elas serviços pontuais ou serviços em conjunto para potencializar o resultado de sua empresa.

 

Publicidade é a estratégia de marketing que envolve a compra de espaço em um veículo de mídia para divulgar um produto, serviço ou marca, com o objetivo de atingir o público-alvo da empresa e incentivá-lo a comprar.

Ela faz parte das nossas vidas. Está nas ruas, nos shoppings, dentro das nossas casas, no jornal, na revista, no celular, na internet. Para onde você olhar, ela está lá.

Estamos falando da publicidade, tão presente no nosso dia a dia!

Anúncios publicitários têm seu papel importante: eles servem para divulgar produtos, serviços e marcas, com o objetivo de estimular as relações comerciais.

Porém, para isso, eles invadem a nossa rotina – e muitas vezes não estamos a fim disso. Quem nunca perdeu a paciência com aquele anúncio chato no YouTube? Parece que sempre tem uma publicidade perturbando, querendo vender algo o tempo todo!

Mas será que ela é tão chata assim? Aposto que você já riu alto assistindo a um comercial na TV! Anúncios também emocionam, entretêm, fazem rir e chorar, e ainda informam sobre uma nova loja na cidade ou uma promoção imperdível.

Nesse post, vamos analisar tudo sobre a publicidade, desde a sua definição até os seus dilemas, para entender como ela funciona e qual o seu papel. Vamos lá?

O que é publicidade?

Publicidade é a estratégia de marketing que envolve a compra de espaço em um veículo de mídia para divulgar um produto, serviço ou marca, com o objetivo de atingir o público-alvo da empresa e incentivá-lo a comprar.

Porém, essa é uma definição limitante da publicidade, que envolve muito mais que a compra de um produto.

Publicidade também é uma área do conhecimento, dentro da Comunicação Social, que estuda não só a técnica da atividade, mas também sua função nas relações sociais e culturais. Afinal, se ela está tão presente no nosso dia a dia, ela participa das nossas vidas.

Não por acaso, publicitários estão sempre de olho nas tendências culturais e comportamentais da sociedade, para que os anúncios gerem uma identificação com o consumidor.

Portanto, publicidade também pode ser compreendida como um reflexo da sociedade da sua época, pois reproduz os comportamentos e valores vigentes.

Apesar disso, muita gente acredita que a publicidade não reflete a sociedade simplesmente – ela incentiva e molda comportamentos. Por isso, ela precisa de regulações para evitar abusos, como veremos a seguir.

Portanto, a publicidade é polêmica. Às vezes, ela é vista como vilã, por incentivar o consumismo, influenciar comportamentos e invadir a nossa rotina.

Em outros momentos, ela pode ser a mocinha, que não tem culpa sobre as mazelas da sociedade e ainda cumpre a função de informar e entreter com criatividade.

Marketing x Publicidade

Existe uma confusão comum entre marketing e publicidade. Afinal, as duas atividades têm como objetivo vender um produto ou serviço. Então, seriam elas a mesma coisa?

Não, existe uma diferença. Para entender melhor, vamos retomar um conceito tradicional do marketing: o Mix de Marketing, mais conhecido como os 4 Ps.

Preço, Praça, Produto e Promoção são os quatro elementos básicos de uma estratégia de marketing, e o equilíbrio entre eles faz uma marca se fortalecer junto ao seu público-alvo.

No P de Preço, você deve pensar nos custos da empresa e nas projeções de lucro, mas também no perfil do público-alvo, que deve estar disposto a pagar aquele valor.

Já o P de Praça se refere aos locais onde você oferta seus produtos, como a loja física ou virtual, bem como os canais de distribuição e armazenamento.

O P de Produto envolve as estratégias sobre os atributos tangíveis (cor, forma, embalagem) e intangíveis (qualidade, reputação, status) do produto.

Mas é no P de Promoção que queremos focar neste post, pois é aí que entra a publicidade.

Promoção são todas as estratégias de divulgação do produto para alcançar o público-alvo. Publicidade é uma delas, mas também pode envolver ações de assessoria de imprensa, relações públicas, patrocínios, entre outras.

Portanto, a publicidade é uma ferramenta do marketing. Enquanto o marketing se preocupa em compreender o público-alvo e desenvolver estratégias para atendê-lo, a publicidade é focada em atingi-lo com uma comunicação persuasiva.

Para funcionar, o marketing precisa do alinhamento entre os 4Ps. Já imaginou se a campanha publicitária atinge o público-alvo e desperta o interesse, mas a loja online está fora do ar?

A Promoção funcionou, mas a Praça não, e a marca não alcançou as vendas desejadas.

Publicidade enganosa e abusiva

A publicidade consegue influenciar os hábitos de consumo e motivar a compra de um produto.

Com esse poder em mãos, não são poucos os anúncios que fazem uma publicidade enganosa, que forçam a barra (ou, podemos dizer, que mentem mesmo) sobre as qualidades do produto e podem levar o consumidor ao erro.

Outro tipo de anúncio prejudicial ao consumidor é a publicidade abusiva, que incentiva a discriminação, a violência, o medo, ou desrespeita a criança, o meio ambiente, a saúde e a segurança das pessoas.

Mas tem muita gente de olho para evitar esse tipo de publicidade. Entre muitas outras limitações à atividade publicitária, o Código de Defesa do Consumidor define o que é publicidade enganosa e abusiva e prevê as penalidades para quem incorrer nessas práticas.

Além das entidades de defesa do consumidor, os próprios publicitários também estão preocupados com isso.

Na década de 70, em resposta a um projeto de lei que iria propor censura prévia à publicidade, o mercado criou suas próprias regras, reunidas no Código de Autorregulamentação Publicitária.

Hoje, esse código norteia a atuação do CONAR, que reúne representantes de agências, veículos e anunciantes em defesa da ética publicitária.

Publicidade infantil

Entre os anúncios considerados abusivos, uma atenção especial é dedicada à publicidade infantil. Criança não tem discernimento para saber o que é real ou não – e a publicidade consegue mexer muito com a fantasia e a imaginação.

Por isso, para o Direito, a criança é considerada vulnerável e precisa ser protegida das práticas publicitárias.

O CONAR condena, por exemplo, o merchandising em programas infantis e o uso de expressões imperativas, como “peça o seu”, “acesse agora” ou “compre Baton” – anúncio que não seria veiculado atualmente na TV brasileira.

Neste tipo de anúncio, também tem muita gente de olho. Além das entidades de defesa do consumidor e de regulamentação da publicidade, os anúncios direcionados ao público infantil também sofrem pressão de leis e instituições de proteção à criança.

O Alana, com seu projeto Criança e Consumo, é uma das entidades mais atuantes, ao buscar a conscientização sobre os impactos causados pela publicidade dirigida às crianças.

Porém, há uma discussão sobre os limites dessas restrições. Enquanto os publicitários defendem o direito à informação com uma publicidade infantil ética, os movimentos de proteção à criança defendem a proibição da publicidade direcionada a menores de 12 anos.

História da publicidade

Sem a tecnologia que temos hoje, a única ferramenta para divulgar um produto ou serviço era a lábia do vendedor. Mas muita coisa aconteceu do boca-a-boca até os atuais anúncios mobile.

A primeira grande transformação para a publicidade foi a invenção de Gutenberg, no século XV. A prensa mecânica permitiu a reprodução de textos além dos manuscritos e fez surgir também um dos principais veículos de mídia: o jornal impresso.

Em 1625, o periódico inglês Mercurius Britannicus publicou o primeiro anúncio em jornal. No Brasil, isso aconteceu apenas no final do século XIX, com textos produzidos por poetas como Olavo Bilac.

A publicidade ainda não tinha o caráter persuasivo que depois passou a ter – o objetivo era apenas apresentar o produto ou serviço.

Já na Era Industrial, a publicidade assumiu um papel importante: incentivar o consumo dos bens produzidos em massa nos centros urbanos. Com isso, o mercado se profissionalizou.

Em 1841, Volney Palmer, que fazia a negociação de espaços entre jornais e empresas, criou a primeira agência de publicidade, na Filadélfia (EUA). No Brasil, a primeira agência foi criada em 1914 e se chamava A Eclética.

Nos primeiros anos do século XX, a indústria automobilística foi a grande impulsionadora da publicidade. Henry Ford disse: “deixar de investir em publicidade para poupar dinheiro é como parar o relógio para economizar tempo”. Faz sentido, né?

Nas décadas seguintes, o rádio e as revistas incentivaram a indústria da propaganda, mas foi a televisão que a revolucionou. Em 1941, foi ao ar o primeiro comercial de TV, para a marca de relógios Bulova, ao custo de 9 dólares (veja aqui esse anúncio histórico!).

O audiovisual deu asas à criatividade, e os anúncios se tornaram muito mais interessantes e persuasivos. Junto a isso, a publicidade passou a ser motivo de estudos, pesquisas e críticas, com o objetivo de avaliar seu impacto sobre a sociedade.

Já nas décadas mais recentes, surgiu outra revolução para a publicidade: a internet. Espaços de divulgação em buscadores, portais, blogs, e-mails e redes sociais representaram uma nova e grande oportunidade para os anunciantes.

Com o marketing digital, ficou muito mais fácil atingir o público-alvo e mensurar com precisão os resultados de uma campanha, algo que até então nenhum veículo permitia.

Porém, a publicidade se vê desafiada por essas novas mídias, que questionam o modelo tradicional de anúncio e agência.

Hoje, as marcas precisam se relacionar com os consumidores oferecendo bons conteúdos a eles, e não invadindo sua rotina com anúncios chatos. Como, então, a publicidade pode ser mais relevante?

Além disso, o marketing digital democratizou o acesso à publicidade: hoje, qualquer empresa consegue criar anúncios no Google ou no Facebook. E agora, qual a serventia das agências?

O mercado está se reinventando. Para acompanhar as mudanças, a certeza é que não se pode tirar o olho das inovações tecnológicas e do consumidor.

Veja também: agenciadepropagandasantos.com.br