Lima & Santana Propaganda

Setor de mídia e entretenimento em expansão

Agência de Propaganda em Santos

Crédito: Pixabay

Sample Page - A 20ª edição da Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2019-2023, estudo desenvolvido pela PwC e publicado neste mês, prevê um crescimento global anual médio de 4,3% no setor de mídia e entretenimento (E&M) entre 2019 e 2023. O levantamento analisou 14 segmentos do setor em 53 países, incluindo o Brasil, e apontou que a receita global deve alcançar US$ 2,6 trilhões em 2023, acima dos US$ 2,1 trilhões registrados em 2018. A pesquisa analisa como as mudanças nos gastos do setor estão moldando o futuro da indústria.

Estande para Intermodal - O destaque deste ano ficou por conta da personalização. O consumidor, cada vez mais exigente, demanda experiências especialmente adaptadas às suas preferências pessoais, contextos e horários. Eles querem exercer maior controle sobre como e quando experimentam a mídia. Para isso, usam uma variedade crescente de dispositivos conectados para descobrir e criar seu próprio mundo exclusivo de mídia.

Magia para empresa ganhar dinheiro urgente - De acordo com o sócio da PwC Brasil, Ricardo Queiroz, as empresas, por sua vez, estão adaptando seus produtos e modelos de negócios para atingir cada consumidor individualmente. Aproveitando dados e padrões de uso, as companhias lançam seus produtos não de forma massiva, para audiências de bilhões de pessoas, mas de maneira personalizada, de forma a atingir cada um desses indivíduos separadamente.

Agência de Publicidade em Santos - Novas ferramentas de captura e análise de dados permitem que produtos e serviços sejam cada vez mais endereçadas ao cliente certo, aumentando a personalização das ofertas de consumo e de publicidade. As plataformas atendem e antecipam os gostos pessoais dos usuários com listas de reprodução e recomendações ativadas por algoritmos. Enquanto isso, assistentes virtuais estão prontas para ouvir as demandas e solicitações de seus clientes e abordá-las individualmente.

Portifa - O levantamento mostra que os consumidores estão ficando mais exigentes por conta do acesso à produção de conteúdos gratuitos. No Brasil, o consumo de notícias on-line grátis ou com baixo custo está encolhendo os segmentos de jornais e revistas. Em 2018, foram gastos US$ 1,2 milhão com jornais e US$ 500 mil com revistas. Em 2023, a previsão é de US$ 1,1 milhão e US$ 460 mil, respectivamente.

Propaganda em Santos - Isso explica a busca crescente de assinantes por conteúdo exclusivo e original no mercado OTT (serviços que permitem consumir pela internet sem a necessidade de um plano de TV por assinatura) e também por poder assistir em qualquer dispositivo, em qualquer momento ou qualquer lugar. A pesquisa da PwC aponta uma migração da preferência do consumidor por assinatura de serviços de streaming. Com crescimento acelerado de 16% ao ano, as receitas de streaming no Brasil devem mais que dobrar, saltando de US$ 615 milhões, em 2018, para US$ 1,6 bilhão em 2023. O gasto com streaming de vídeo vai ultrapassar a bilheteria de cinema, que será de US$ 1,1 bilhão em 2023. Esse aumento se deve à redução de gastos pelo consumidor e a conteúdos mais adaptáveis à preferência dos brasileiros.

Portifa - O maior impacto disso, de acordo com Ricardo Queiroz, será na maneira como recebemos e consumimos conteúdos, impulsionando os serviços digitais, como o streaming de música, filmes, games e voz. A experiência totalmente imersiva da realidade virtual e o “negócio em todos os lugares” podem se tornar direcionadores desse ecossistema digital. Futuramente, um dos caminhos apontados pela PwC é que as empresas precisarão de dados, tanto para interpretar e navegar pelo cenário de entretenimento e mídia quanto para conduzir suas decisões futuras.

Clientes - Publicidade no Brasil – O Brasil ainda é o maior mercado de publicidade na internet da América Latina. Em taxa de crescimento, perde apenas para o de games. Com crescimento de 13% ao ano, a pesquisa aponta que a publicidade digital – especialmente para smartphones e no formato de vídeo – é a principal tendência atualmente. No total, o estudo prevê que, no Brasil, o setor deve movimentar quase US$ 53 bilhões em 2023, ante cerca de US$ 41 bilhões em 2017, uma média anual de 5,3%. Os gastos com acesso à internet apresentam o maior crescimento entre as categorias em que o estudo é dividido: consumo, publicidade e acesso.

Desenvolvimento de Sites em Santos - Por outro lado, a TV aberta está presente em 97% dos lares e é nela que os anunciantes investem a maior parte de sua receita. A publicidade tradicional se mantém no Brasil em razão de três segmentos: TV aberta (preferida do anunciante), TV paga (que está ganhando representatividade) e publicidade em feiras de negócios, como as do agronegócio, que, apesar de ter um crescimento menor que a TV paga, deve ultrapassar os gastos do anunciante em jornais até 2023.

Anunciar na TV - A TV por assinatura no Brasil deve passar de 25% dos domicílios com o serviço, em 2018, para 24% em 2023. Em 2018, mesmo com a queda do número de assinantes, os brasileiros gastaram mais de US$ 5 bilhões com assinatura de TV. Porém, essa receita deve crescer, até 2023, apenas 1% ao ano.

Projeto de Estandes - Para que a publicidade digital ganhe mais espaço, a PwC aponta que o País precisa enfrentar desafios, como infraestrutura de rede (capilaridade) e de qualidade (fibra óptica, 4G e 5G). Também será necessário ampliar a personalização para oferecer a oportunidade de o consumidor desfrutar experiências de mídia adaptadas às suas próprias preferências. Isso só será possível graças à tecnologia, escala, investimentos e competição.

Portifolio - Crescimento das plataformas digitais no Brasil – Em 2018, 64% de brasileiros possuíam internet móvel, acesso a partir celulares ou handhelds. Desse total, 58% tinham internet de alta velocidade. Já em 2023, a estimativa da pesquisa é de que 76% da população terá uma conexão de internet móvel e 93% desse total será de alta velocidade.

Clientes - No Ranking 2023, que compara o consumo de entretenimento e mídia nos 12 maiores países, o Brasil teve a terceira maior taxa de crescimento (atrás apenas da China e da Índia): 5,5% ao ano, até 2023, e acima da média global, que é de 4,3%. Mas a tendência é, a cada ano, que a expansão seja menor por causa das mudanças dos modelos de negócio, aumento da concorrência e convergência do setor. A saída é buscar novas fontes de receita para as empresas manterem a rentabilidade do negócio.

Agência em Santos - O mercado de entretenimento e mídia nacional deve saltar de US$ 36 bilhões, em 2018, para US$ 47 bilhões em 2023. Seguindo as tendências globais, a maior parte dessa receita virá da assinatura de acesso à internet. O estudo também apontou que, no momento de crise e de uma economia em recuperação, o consumidor preferiu gastar com internet, em detrimento de outras mídias.

Contato - As mudanças de comportamento provocadas pelas tecnologias em evolução trouxeram à tona uma tendência mais marcante: ofertas de entretenimento e mídia pagas com uso ilimitado: o modelo “all you can eat”. Esses modelos estão ajudando a impulsionar o boom global de consumo de dados. À medida que os dados se tornam disponíveis a um custo menor – e, quanto mais conteúdo é produzido, mais dispositivos são utilizados -, as empresas usam a atuação em escala para combater a concorrência.

Nosso estoque de ideias é ilimitado - Por outro lado, é possível consumir entretenimento e mídia de forma gratuita (como YouTube ou Candy Crush) ou com valor mais acessível. Já as receitas que não apresentaram queda e continuam a crescer se referem às experiências “ao vivo”, representadas pelas bilheterias de cinema e shows de música. (Da Redação)

Fonte: http://diariodocomercio.com.br/negocios/setor-de-midia-e-entretenimento-em-expansao/